Vamos começar essa publicação com mais uma história fictícia. Acreditamos que assim, é mais fácil para você analisar o assunto com mais precisão.
Com anos de experiência no mercado, um líder foi contratado por uma empresa para assumir uma equipe com mais ou menos 15 colaboradores. Ele foi muito bem recebido, mas ao assumir esse desafio, sentiu-se um pouco inseguro.
A empresa é nova no mercado e ele já prevê muitos riscos nesses processos. E por estar sentindo essa insegurança, está se culpando, achando que um “bom líder não pode jamais se sentir ou demonstrar insegurança”.
Sabemos que essa situação não é fácil mesmo. Afinal, assumir um novo papel, em um terreno desconhecido, é para deixar qualquer um apreensivo.
Por mais experiente que uma pessoa seja, o novo sempre causa frio na barriga, e isso é natural. Por isso, ele está certo e errado ao mesmo tempo.
Errado porque um líder, assim como qualquer pessoa, sente essa insegurança ao começar algo novo. Ou para decidir alguma coisa importante dado o seu risco.
Porém, ele está certo em pensar que um líder precisa estar o tempo todo preparado para uma situação. Sendo super-herói imbatível? Não, isso é impossível.
Mas sim, tendo boas fontes confiáveis para apoiar seu trabalho e suas decisões.
O que eu quero dizer com isso?
Que um líder precisa estar amparado com dados e evidências suficientes para tornar suas decisões racionais e controladas.
Nunca se basear em achismos ou tomar decisões pautadas exclusivamente numa intuição subjetiva.
O líder pode ter o “frio na barriga” pelo novo, mas entende que seu papel pautado em dados e índices confiáveis trará resultados concretos.
E se houver falhas, afinal, somos todos humanos, essa falha será controlável e contornável.
Um bom líder, portanto, é humano, mas possui um respaldo quantitativo para tornar suas ações objetivas e eficientes para o negócio.
E você, possui esse respaldo?
Sabe quais são os números que você precisa ter sob constante controle na sua atuação gerencial?
