Uma coisa é certa. Qualquer líder que começar a acreditar que é um bom juiz de pessoas vai acabar tomando as piores decisões. Isso foi possível notar durante anos de vivência em ambientes corporativos.
Um líder precisa ter uma postura mais construtiva ao aprendizado para que consiga ter melhores condições de gerenciamento. O que queremos dizer com isso?
É comprovado cientificamente que um líder que permite com que a equipe participe do processo de decisão tem melhores resultados.
Um líder que se apresenta como juiz e somente determina o que é certo e errado, não conduzindo junto com a equipe um processo decisório, acaba afastando-se do time, e isso torna muito mais difícil o ambiente para se gerenciar.
Isso não significa que um líder precisa ser permissivo com as pessoas. Ele tem que ser justo e se pautar pelas boas relações e pela boa performance.
Esse olhar de juiz, portanto, tem de servir para assegurar as boas decisões e o comprometimento da equipe. Não para julgar o que é superficial e não importante para o resultado.
Por isso, o desafio de hoje é você avaliar o seu julgamento como líder:
- Você está contratando e liderando pessoas com base no seu instinto?
- Está julgando elementos para além do necessário?
Para saber isto, liste quais são os pontos que são fundamentais em um colaborador da sua equipe. Quais as habilidades e atitudes ele deve possuir para gerar resultado.
Com base nessa lista, foque a sua gestão com base nesses fatores.
O restante, será um julgamento desnecessário. Isso vai te ajudar a gerenciar melhor sua equipe.
