Em time que está ganhando, não se mexe?
Há líderes, aqueles tradicionais, que realmente acreditam nesse lema, e é exatamente isso que transmitem para as suas equipes, cuja grande maioria pertence a outra geração e que não percebem a dinamicidade do mundo da mesma forma.
O resultado disso, são constantes conflitos entre eles.
Uma pesquisa de uma universidade brasileira apontou que o mundo do trabalho em 2050 será totalmente transformado pelos avanços da Inteligência Artificial (IA) e da biotecnologia.
E não precisamos chegar tão longe para já entender o recado: O mundo está sob constantes mudanças. Mudanças vindas de todo lugar: no âmbito econômico, político, social, tecnológico e, principalmente, corporativo.
A pandemia de Covid-19 nos trouxe um pouco da percepção destas mudanças, que podem ocorrer quando a gente menos espera. De um dia para o outro, fomos obrigados a migrar para um formato de trabalho e de relacionamento com as pessoas como nunca antes tínhamos visto.
E a tecnologia permitiu que conseguíssemos manter nossa rotina e muitas empresas a continuarem funcionando.
A mudança também escancarou, infelizmente, a situação daqueles que não estavam preparados para a mudança, nos forçando a pensar sempre a frente para uma rápida adaptação sempre que necessária.
Em um período de turbulências, como a que estamos vivendo, a mudança agora é a norma, e o papel do líder é justamente estar à frente de forma preparada para estas mudanças
Um líder de mudança vê a mudança como uma oportunidade. Um líder de mudança procura mudanças, sabe como encontrar as mudanças certas e sabe como torná-las eficazes tanto fora da organização quanto dentro dela.
Fazer o futuro é altamente arriscado.
Mas um líder precisa pensar que é menos arriscado, no entanto, do que não tentar fazê-lo. A mudança deve fazer parte do trabalho do líder para preparar ele e sua equipe para aproveitar oportunidades e minimizar os riscos.
Pensar a mudança como estratégia é um dos segredos de uma boa gestão.

